"Meus pensamentos são estrelas, que não posso arrumar em constelações."
Depois de reler o livro, senti realmente os sentimentos que ele passa. Não, eu não sou insensível, é que da primeira vez li em PDF, e pelo que parece, o bendito do e-book tira todo o clímax do enrendo.
Hazel é uma jovem de 16 anos que tem câncer no pulmão, o mais atraente nessa personagem é com certeza sua intelectualidade, eloquência, e o fato dela possuir um livro favorito, que aliás é fictício e isso é uma coisa que decepciona, pois ela descreve-o de uma forma tão bela que desperta a vontade de o leitor lê-lo também... Um livro dentro do livro. Rs'. Voltando, ela começa a participar de um grupo de apoio e em uma dessas reuniões ela conhece o Augustus, um jovem lindo de 17 anos, e que possui câncer nos ossos e uma das pernas amputadas.
Sim, o relacionamento deles é lindo em todos ou quase todos os ângulos, pois apesar da terrível doença que assola a ambos, eles conseguem ou pelo menos tentam viver de uma forma normal.
O que mais gosto do Gus, é a forma leve e divertida de levar a vida, independente das condições que ele se encontre.
Não foi perda de tempo lê-lo, claro que não, como a própria descrição da capa: "Você vai rir, vai chorar e vai querer mais". Chorei por diversas vezes até pelo fato de a doença em si mexer com o nosso emocional, ri diversas vezes.
Eu terminei de ler com a impressão de que faltava alguma coisa, eu até entendo o porquê do John ter feito isso, o livro que ele cita (Uma Aflição Imperial) também faltava um final, e isso leva o leitor a imaginar um final, é como se fosse algo pessoal sabe? Cada leitor de diferentes etnias e moral, cada um imaginasse o finalzinho pro livro, e vai ser um final apenas dele, nada compartilhado, da mesma forma de Um aflição Imperial. Enfim, acho que por isso e por mais alguns motivos ACEDE se torna tão intimo aos leitores.
Recheado de suspense, O Guardião conta a história de Julie,
que perde o seu marido Jim para uma
doença terrível. Depois que Jim morre, ele deixa um bilhete e um filhote pra
Julie, com a promessa de mesmo distante a proteger sempre, apesar de qualquer
coisa.
Depois de alguns anos Julie começa a se reerguer e abrir seu
coração para um novo amor, e então aparece Richard, um homem que aparentemente
é tudo que qualquer mulher quer. E no meio disso existe Mike, o melhor amigo de
Julie, que era também melhor amigo de Jim, e desde que este morreu Mike
continua do lado de Julie, servindo como apoio pra ela.
Em certo momento Julie se vê dividida entre Richard e Mike.
O homem encantador e O seu melhor amigo, daí ela se vê obrigada a fazer uma
escolha que colocará sua vida em perigo.
Recheado de reviravoltas, O Guardião demonstra as consequências
da insanidade, ou seria apenas um amor intenso e exacerbado? Um ciúme doentio,
capaz de simplesmente tudo para satisfazer o desejo dessa loucura.
E Singer, o filhotinho que Jim deixou para Julie... Quem é
mais companheiro do que um cão. O heroísmo de Singer nos toca profundamente...
E bom, acho melhor me calar, antes que solte algum spoiler rs’
Maravilhoso, Nicholas renova sua capacidade de mexer com
nossos sentimentos com O Guardião, de uma forma singela e intensa nos mostra as
consequências de se seguir o coração.
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"Cedo ou tarde o oceano do tempo nos devolve as lembranças que enterramos nele."
Marina... Uma menina tão doce e singela. Uma personificação
de vida e esperança à todos que a rodeiam. Óscar, um jovem que vive
praticamente solitário em um internato. Mijail Kolvenik, um homem que possui um
passado misterioso e intrigante. O homem que tinha o desejo de concertar os
seres humanos. Eva Irinova... A bela Eva Irinova. Esses são os personagens que
fazem parte da célebre trama de Zafón.
A vida é uma estrada eterna para o nada. Óscar Drái estava
trilhando essa estrada, até encontrar Marina, possuída de singela doçura, brilho
e esperança, um ser que de tão encantador não faz apenas Óscar se apaixonar por
ela, mas também todos nós, seres mortais que simplesmente apreciamos o talento
literário contido em Zafón.
O mistério que ronda a vida de Mijail Kolvenik é intrigante
e assustador. Para o leitor é possível
sim fazer especulações, mas é quase impossível chegar ao verdadeiro conceito de
resposta que está descrito apenas nas páginas desse livro. Um homem como outro
qualquer, aparentemente. Mijail, um dos personagens mais misteriosos que já
vislumbrei nos livros de Zafón, ele tem apenas um desejo: concertar os seres
humanos, concertar àqueles que a natureza virou as costas, fazer deles seres
normais, capazes de ter uma vida feliz e próspera, independente da mutilação
corporal que carregue. Mas, até onde vão as boas intenções? Até onde vai a
ambição por algo quase impossível... Ser Deus?
E aqui lhe apresento mais uma obra esplêndida de Carlos Ruiz
Zafón, recheada de mistério, perigo e suspense. Porém a intensidade das
promessas e dos sentimentos compete para torná-lo apaixonante.
Apaixonei-me por ele, terminei o livro como se toda
intensidade desses sentimentos estivessem dentro de mim, e que eu simplesmente
deveria guardá-lo. É realmente difícil resenhar Zafón, pois simplesmente foge
de tudo aquilo que estamos acostumados a lidar e conviver.
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Day
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